Conservas portuguesas: tradição que vem do mar

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Lara Queirós

3/11/20261 min ler

Conservas portuguesas: tradição que vem do mar

Em Portugal, o mar sempre fez parte da vida. Durante séculos foi dele que vieram alimento, trabalho e histórias. As conservas nasceram precisamente dessa ligação: uma forma de preservar o peixe e prolongar o sabor do mar ao longo do tempo.

Com métodos simples e ingredientes de qualidade como peixe fresco, azeite, tomate ou especiarias, as conservas portuguesas tornaram-se um pequeno símbolo da nossa gastronomia. Sardinha, cavala, atum ou polvo chegam à mesa prontos a partilhar, muitas vezes acompanhados apenas de pão e de boa conversa.

Um exemplo vivo dessa história está na Comur – Fábrica de Conservas da Murtosa. Fundada em 1942 na vila da Murtosa, em Aveiro, a COMUR nasceu da tradição das “fritadeiras da Murtosa” — mulheres que preparavam enguias fritas em molho de escabeche junto à Ria de Aveiro — e rapidamente se tornou um projeto industrial que exportava conservas para mercados estrangeiros.

Inicialmente dedicada à produção de enguias em conserva, a fábrica expandiu ao longo das décadas para muitas outras espécies e receitas, mantendo sempre a produção artesanal e a ligação às técnicas e saberes tradicionais. Mesmo com as mudanças na indústria, a COMUR manteve viva a memória de um modo de fazer que reflete a cultura costeira portuguesa.

Num país tão ligado ao mar como Portugal, as conservas continuam a lembrar-nos da simplicidade e riqueza da nossa tradição gastronómica.

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